1. As bases de dados são uma ferramenta essencial
nas acções quer ao nível da prospecção, quer na fidelização? Que
valorização atribui ao seu papel no sucesso de uma acção
publicitária?
As bases de dados e a informação inerente, são
fundamentais para que se gere e se mantenha uma relação comercial /
publicitária com um determinado público.
2. Existem algumas Marcas que tradicionalmente
investem a totalidade do budget em mass media, eventos, mecenato
sem uma preocupação especial na construção de uma base de dados dos
Clientes? Esta realidade terá alterações no futuro?
Parece-me que sim. Existe em cada vez mais marcas a
vontade de criar uma base de relacionamento de marketing com os
seus clientes e consumidores e o aparecimento dos novos canais no
mundo digital, onde se devem incluir as redes sociais, possibilitou
viabilizar estratégias de relacionamento de marcas com públicos
massificados.
3. A internet veio influenciar esta realidade? Em
que medida?
Primeiro pela viabilidade económica e tecnológica,
uma vez que é possível gerar e manter relações com um universo
muito maior de consumidores e depois pela capacidade de potenciar
afinidades segmentadas e alimentar diferentes relações de acordo
com o tipo de afinidades que cada grupo de consumidores constrói
com a marca.
4. Quais as maiores dificuldades de um anunciante
ao nível da recolha de informação dos Clientes? Está na acção para
a obtenção dos dados? Nos custos associados? Na sua gestão e
actualização? Ou na sua utilização?
Existem dificuldades e constrangimentos em todas as
fases do processo até porque a decisão de criar e manter uma
relação com um determinado público, é uma decisão estratégica que
deve ser avaliada, sistematizada e meticulosamente planeada para
garantir o seu sucesso. No entanto, pelo que referi anteriormente e
porque nem sempre se cumprem esses pressupostos por parte das
companhias, a manutenção da relação torna-se mais exigente e
onerosa do que se tinha calculado no arranque. Uma relação de
fidelização e relacionamento é como um casamento e tem de ser
alimentada dinâmica e permanentemente.
5. Que acções propunha a um anunciante que tenciona
obter informação dos Clientes? Concursos? Acções no ponto de venda?
Através do website?
Qualquer proposta depende, de forma determinante,
da especificidade do projecto e das suas variáveis. Não há uma
fórmula secreta standard. Os canais a utilizar, o mecanismo de
envolvimento, a proposta de valor, terão de respeitar totalmente, o
perfil do público em questão, o tipo de produto, os canais de
contacto e a própria amplitude de captação que se pretende
(qualitativa e quantitativa).
6. E num pequeno negócio, é importante a Base de
Dados? É mais fácil implementar?
A lógica da fidelização surgiu nos pequenos
negócios, o grau de facilidade dependerá dos objectivos que se
pretendem.
1. As bases de dados são
uma ferramenta essencial nas acções quer ao nível da prospecção,
quer na fidelização? Que valorização atribui ao seu papel no
sucesso de uma acção publicitária?
As bases de dados e a informação
inerente, são fundamentais para que se gere e se mantenha uma
relação comercial / publicitária com um determinado público.
2. Existem algumas Marcas
que tradicionalmente investem a totalidade do budget em mass media,
eventos, mecenato sem uma preocupação especial na construção de uma
base de dados dos Clientes? Esta realidade terá alterações no
futuro?
Parece-me que sim. Existe em cada
vez mais marcas a vontade de criar uma base de relacionamento de
marketing com os seus clientes e consumidores e o aparecimento dos
novos canais no mundo digital, onde se devem incluir as redes
sociais, possibilitou viabilizar estratégias de relacionamento de
marcas com públicos massificados.
3. A internet veio
influenciar esta realidade? Em que medida?
Primeiro pela viabilidade económica
e tecnológica, uma vez que é possível gerar e manter relações com
um universo muito maior de consumidores e depois pela capacidade de
potenciar afinidades segmentadas e alimentar diferentes relações de
acordo com o tipo de afinidades que cada grupo de consumidores
constrói com a marca.
4. Quais as maiores
dificuldades de um anunciante ao nível da recolha de informação dos
Clientes? Está na acção para a obtenção dos dados? Nos custos
associados? Na sua gestão e actualização? Ou na sua
utilização?
Existem dificuldades e
constrangimentos em todas as fases do processo até porque a decisão
de criar e manter uma relação com um determinado público, é uma
decisão estratégica que deve ser avaliada, sistematizada e
meticulosamente planeada para garantir o seu sucesso. No entanto,
pelo que referi anteriormente e porque nem sempre se cumprem esses
pressupostos por parte das companhias, a manutenção da relação
torna-se mais exigente e onerosa do que se tinha calculado no
arranque. Uma relação de fidelização e relacionamento é como um
casamento e tem de ser alimentada dinâmica e permanentemente.
5. Que acções propunha a um
anunciante que tenciona obter informação dos Clientes? Concursos?
Acções no ponto de venda? Através do website?
Qualquer proposta depende, de forma
determinante, da especificidade do projecto e das suas variáveis.
Não há uma fórmula secreta standard. Os canais a utilizar, o
mecanismo de envolvimento, a proposta de valor, terão de respeitar
totalmente, o perfil do público em questão, o tipo de produto, os
canais de contacto e a própria amplitude de captação que se
pretende (qualitativa e quantitativa).
6. E num pequeno negócio, é
importante a Base de Dados? É mais fácil implementar?
A lógica da fidelização
surgiu nos pequenos negócios, o grau de facilidade dependerá dos
objectivos que se pretendem.